sábado, 24 de novembro de 2007

Cleópatra

Julio Bressane apresenta 'Cleópatra' e pede tolerância do público

Rodrigo Vizeu - O Globo Online

BRASÍLIA - Poético, belo, intenso, devasso. Perturbador, difícil, cansativo, não deveria ter sido feito com dinheiro público. Intolerável. Foram muitas as classificações feitas pela platéia após a exibição de "Cleópatra", de Júlio Bressane, no terceiro dia da mostra competitiva do Festival de Brasília. E foi exatamente tolerância que pediu o diretor em seu discurso inicial.

- Para se gostar de alguma coisa, é preciso ter paciência - advertiu, arrancando risos.

O público obedeceu e ficou até o fim, mas, em sua maioria, não perdoou e vaiou impiedosamente a peculiar leitura do mito egípcio, apesar de uma barulhenta minoria que aplaudiu o filme de pé. Bressane, dono de uma filmografia que inclui "O anjo nasceu", "Matou a família e foi ao cinema" e "Filme de amor", pareceu feliz com a repercussão.

- Eu não esperei que o público fosse suportar isso. Ficaram até o final, para mim foi uma surpresa. O filme é um arrepio disso que está aí, uma contrapeso, um contrafluxo disso tudo. O filme traz de volta uma coisa que está esterilizada no cinema brasileiro, que é a sensibilidade, a imagem artística, sobretudo a patologia artística. Então foi uma surpresa ver que as pessoas, mesmo sem experiência pra ver uma coisa dessas, tivessem tido estômago para aceitar. É um público tão desacostumado a ler, a ver e a sentir e sobretudo, a se observar quando está sentindo - disse.

No filme, uma Cleópatra passional (Alessandra Negrini) enfeitiça Júlio César (Miguel Falabella) e depois Marco Antônio (Bruno Garcia) em direção a um paraíso lisérgico de sensações a qualquer custo, onde os acontecimentos históricos e políticos estão apenas em segundo plano. Os atores, mergulhados em algo de onírico e irracional, tiveram, segundo o próprio Bressane, total liberdade para criar e desenvolver os papéis, o que fica evidente pela singular mise en scène. Do enredo, não se poderia esperar algo linear de Bressane. "Cleópatra" não é prosa, mas poesia. E como se não bastasse, há o espetáculo visual da fotografia de Walter Carvalho.

Alessandra Negrini se destaca pela imersão no personagem principal, uma rainha apaixonada e lírica, com um ar contemplativo e superior que sempre a mantém acima dos líderes romanos.

- A idéia era fazer essa representação das representações, por isso a idéia do sotaque. É um lugar estranho, encantado, tem o componente latino. Foi a primeira Cleópatra latina, ela é sentimental, tem uma pegada que é só nossa. Filmar com Bressane foi uma delícia, uma viagem. Uma grande aventura, mas ao mesmo tempo muito segura, porque ele é um maestro. E você ser levada por um maestro é uma sensação muito boa - conta a atriz.

Alessandra pareceu não se importar com as vaias do público, que não poupou risos para as cenas de sexo pouco usuais do filme e para o sotaque de Cleópatra, algo entre o português de Portugal e o interior do Paraná.

- É um público empolgado né, um público que se manifesta. Achei lindo, interessantíssimo. Já tinham me dito que aqui que tem sempre gente que vaia e aplaude. E tem aqueles que ficam no cinema até o fim só para vaiar no final. Acho muito engraçado isso, essa coisa política que tem aqui em Brasília - disse.

Além de "Cleópatra", foram exibidos os curtas "O presidente dos Estados Unidos", de Camilo Cavalcante, e "Uma", de Nara Riella. O primeiro, a história de um homem que enloquece e acha que é George W. Bush após ver na TV o início da guerra do Iraque, frustrou pela qualidade técnica e atuações de baixo nível, mas surpreendeu pelo final inesperado e acabou bem aplaudido. "Uma", produção brasiliense que conta a história de uma mulher em crise com a família, teve uma recepção apenas discreta.

Neste sábado, são exibidos os curtas "Enciclopédia do inusitado e do irracional", de Cibele Amaral, e "Trópico das cabras", de Fernando Coimbra. O longa da noite é "Falsa loura", de Carlos Reichenbach, que em 1993 levou o Candango de melhor filme por "Alma Corsária".

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Petrópolis busca novo imperador (dos chefs de cozinha)

Petrópolis Gourmet reúne chefs brasileiros na cidade imperial

O Globo Online

RIO - O VII Petrópolis Gourmet movimenta a cidade imperial durante dez dias, até o próximo dia 25 de novembro. Ao todo, 23 restaurantes da cidade serrana se mobilizam para o evento. Este ano, sob o tema "O Brasil temperando o mundo", o festival reúne 30 chefs convidados de diferentes regiões do país. Entre eles estão César Santos, da Oficina do Sabor (Olinda - PE); Matusalém Gonzaga, do Restaurante Matusalém (Salvador - BA); Paulo Pinho Filho, da Sagrada Família (Rio de Janeiro - RJ); e Rubens Beltrão, da Via Destra (Tiradentes e Belo Horizonte - MG).

Ao longo da programação o público poderá ter acesso a 26 oficinas culinárias gratuitas, com os chefs convidados, incluindo Danio Braga e José Hugo Celidônio. As inscrições para as oficinas podem ser feitas pelo telefone (24) 2231-7001. A programação completa do festival pode ser acessado no site Petropolis Gourmet: www.petropolisgourmet.com.br .

O Petrópolis Convention & Visitors Bureau, a Prefeitura de Petrópolis e o Sebrae/RJ são os organizadores do festival, em parceria com a Turisrio, a Secretaria de Estado de Turismo, o Sesc Rio, o Senac Rio, a Universidade Estácio de Sá e a Faculdade Arthur Sá Earp Neto.

sábado, 3 de novembro de 2007

Harry Potter

Contos da criadora de Harry Potter serão leiloados


J.K. Rowling e os livros da série Harry Potter
Os contos são mencionados no último livro da série Harry Potter
A escritora britânica J.K. Rowling, autora dos livros da série Harry Potter, escreveu uma série de contos de fadas desde a publicação de Harry Potter e as Relíquias da Morte.

O livro de contos, The Tales of Beedie the Bard ("Os Contos de Beedie, o Bardo", em tradução literal), foi escrito à mão, terá apenas sete cópias e, segundo a escritora, não será publicado.

As histórias são mencionadas em Harry Potter e as Relíquias da Morte. Uma cópia será leiloada para angariar fundos para a organização beneficente da autora, The Children's Voice. As outras serão doadas pela escritora.

Rowling disse que o livro foi uma "forma maravilhosa" de dizer adeus a Harry Potter. "As pessoas diziam que ia ser bom parar de escrever por um tempo, quando, na verdade, eu não tinha parado", afirmou.

À Mão

"Foi uma forma maravilhosa de dizer adeus, é como subir à tona após um mergulho profundo", acrescentou.

Os contos de fadas, ilustrados pela própria Rowling, são as primeiras obras da escritora desde a publicação do último livro de Harry Potter, em julho.

Na trama de Harry Potter e as Relíquias da Morte, as histórias de The Tales of Beedle the Bard são deixadas para a personagem Hermione pelo diretor da escola de Hogwarts, Albus Dumbledore.

Em uma recente turnê pelos Estados Unidos, a autora revelou que o personagem Dumbledore é homossexual. Rowling disse que, na sua cabeça, sempre pensou no personagem dessa forma.

"Ninguém me perguntou se ele já tinha amado ou se apaixonado por alguém", disse. "As pessoas estavam muito concentradas no que acontece com Harry, então nunca me perguntaram diretamente."

"E como responder (a esta pergunta) provocaria uma obsessão com o que iria acontecer no livro sete, eu nunca falei sobre isso."

O leilão de The Tales of Beedie the Bard será realizado no dia 13 de dezembro na Sotheby's, em Londres. O lance inicial é de cerca de US$ 62 mil, mas a expectativa é de que o livro alcance um preço muito mais alto.

As vendas dos livros de Harry Potter chegaram a 325 milhões de cópias antes do lançamento do último livro da série.

Quando foi publicado, Harry Potter e as Relíquias da Morte bateu recordes de vendas: mais de 11 milhões de cópias foram compradas em 24 horas. O livro foi publicado simultaneamente em mais de 90 países.

Fonte - BBCBrasil

No Paraná, comida italiana em casa.

"Barolo em casa" leva o melhor da gastronomia italiana para a casa ou empresa do cliente

Redação, com colaboradores [03-11-2007]


Os deliciosos pratos italianos servidos no consagrado restaurante Barolo Trattoria agora podem ser o menu de eventos empresariais, familiares e celebrações como casamentos e aniversários.

Visando atender seu público exigente, a casa lançou recentemente o “Barolo em casa”, projeto que leva o melhor da gastronomia até a residência, empresa ou local de trabalho dos clientes.
A idéia casa com a busca pela praticidade de realizar comemorações em salões de festas de edifícios e condomínios e até mesmo em espaços locáveis.

O “Barolo em casa” disponibiliza equipe de altíssima qualidade e os mesmos pratos, vinhos e sobremesas, além de toda a estrutura necessária para o evento, incluindo pratos, talheres e baixelas. E o melhor, tudo chega ao local do evento com a mesma qualidade, preço e atendimento oferecidos no restaurante Barolo Trattoria.

Barolo Trattoria

Inaugurado em março de 1999, o Barolo Trattoria une bom gosto, requinte e oferece os melhores pratos da gastronomia italiana. O restaurante é um lugar agradável para passar um momento especial tanto com a família quanto a negócios, bem como para desfrutar a melhor comida italiana da cidade de Curitiba com muito conforto e o melhor atendimento.

Eleito quatro vezes pela Revista Veja - O Melhor da Cidade o Melhor Restaurante Italiano da capital paranaense, o local tem ambiente informal e aconchegante, ideal para eventos familiares, de negócios ou puramente imersões na gastronomia italiana.

A inspiração para o nome Barolo Trattoria vem do vinho Barolo, que é produzido com a uva nebbiolo, originária da região italiana do Piemonte. O rótulo é uma das estrelas servidas pela casa, que conta com uma extensa carta de vinhos.


Serviço:

Barolo em Casa
41 3243-3430 – Celso ou Jonas

Barolo Trattoria
Avenida Silva Jardim, 2487
www.barolotrattoria.com.br
barolotrattoria@ibest.com.br
Curitiba - PR

Fonte – Panashop (Guia de empresas do Paraná)

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Comida russa

SP ganha restaurante russo na Vila Madalena

Plantão | Publicada em 29/10/2007 às 09h45m

João Sorima, O Globo Online

SÃO PAULO - São Paulo não tem Praça Vermelha, mas a Praça Moscou fica em Interlagos, e a Rua Rússia nos Jardins, ambos na zona sul. Na capital paulista, o Volga não é um rio russo, mas um grupo de dança que se apresenta em festas típicas. E o Café Pittoresque, um reduto de intelectuais e artistas criado em Moscou em 1917, renasceu na Rua Fradique Coutinho, em pleno bairro boêmio da Vila Madalena, na zona oeste.

Restaurante Café Pittoresque, na Fradique Coutinho - Divulgação Como se vê, nem só de colonização italiana ou japonesa vive a cidade. Os sinais deixados pelos cerca de 200 mil russos que formam a colônia no país aparecem cada vez mais em São Paulo, onde existem nada menos que sete igrejas ortodoxas fundadas pelos russos e cursos para quem quer aprender o idioma de Tolstoi.

A capital da gastronomia não tinha um restaurante russo há bastante tempo, desde que o Samovar, único representante russo, fechou as portas no bairro do Aeroporto. O Café Pittoresque veio preencher essa lacuna. Num agradável sobrado da Vila Madalena, o Café funciona como uma espécie de consulado extra-oficial dos russos.

Quem chega ao local, encontra logo na entrada um bazar com produtos típicos, como nos famosos kioskes de Moscou, onde se compra desde champagne até latinha de caviar. O kioske na Vila Madalena é mais modesto. O produto que mais se encontra são as matrioshkas, aquelas bonequinhas russas que se encaixam uma nas outras, a partir de R$ 30 .

Há também camisetas com a inscrição CCCP. Em russo, as letras querem dizer Soyuz Sovietic Socialistic Respublic, ou União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Custam R$ 25. Antigamente, não pegava bem usar a sigla estampada em roupas, especialmente se você fosse visitar Moscou, após a desintegração da URSS. Agora, elas viraram cult e todo mundo usa. No bazar russo da Vila Madalena, há ainda vodka, chapéus que imitam os dos soldados russos. Há também isqueiros de São Petesburgo - a antiga Leningrado - por R$ 60.

Depois das compras, o visitante pode degustar pratos típicos da Rússia, mas feitos por um chef francês, Luc Talon. Tem piroski ou varenike, o pastel de batata cozido, ou o pelmeni, uma espécie de raviole de carne. Dá para experimentar o plov, um arroz com carne de carneiro do Uzbequistão e os peixes defumados, como o salmão e o arenque. Os pratos custam entre R$ 20 e R$ 30. Pedindo uma entrada - que podem ser os peixes com as oladiis (panquecas) por R$ 20 - um prato principal e uma dose de vokda, a conta não ultrapassa os R$ 50 por pessoa.

Divulgação Além da comida e dos produtos, quem estiver interessado em conhecer a Rússia, pode acertar a viagem lá mesmo com os representantes da Tchaika, a agência de viagens especializada em Rússia. Lembre-se que o consulado oficial da Rússia em São Paulo fica na Rua Groenlândia e é preciso tirar visto para entrar no país.

Se você não entende uma palavra em russo além do popular spaciba (obrigado), a cidade também oferece oportunidades de aprender. A Universidade de São Paulo tem o curso de língua russa, que exige passar pelo vestibular. Mas quem não quiser enfrentar essa maratona, pode ir até a União Cultural Brasil Rússia, na Rua Frei Caneca. Ali, aprende-se o russo, começando pelo alfabeto cirílico, até chegar à possibilidade de ler Crime e Castigo no original. Mas isso demora alguns anos.

Café Pittoresque

Rua Fradique Coutinho, 832

Telefone 3097.0939

Como chegar: A Fradique Coutinho é uma travessa da Rua Cardeal Arcoverde. De carrro, é preciso entrar na Mourato Coelho e depois virar a segunda travessa à direita.

de terça e quarta

12h00 as 14h30 e 19h00 as 23h00

quinta e sexta

12h00 as 14h30 e 19h00 as 24h00

sábado

12h00 as 23h00

domingo

12h00 as 17h00

fechado domingo à noite e segunda

Fonte G1 (Globo.com)

.pdf com vírus-postado em todos os blogs

PDF com vírus gera onda de ataques

Segunda-feira, 29 de outubro de 2007 - 13h36
Fonte - Info Online

HELSINQUE - Emails que contêm arquivos PDF infectados estão ameaçando PCs, informa a empresa finlandesa de segurança F-Secure.

"Os emails enviados parecem comunicados de cartões de crédito e continham um anexo chamado 'report.pdf"', afirmou Mikko Hypponen, chefe de pesquisa da empresa, em uma nota.

Quando esses arquivos PDF são vistos em máquinas vulneráveis, eles começam a baixar softwares de servidores na Malásia ou na Suécia, que agora estão sendo desinfectados, disse ele. "Haverá mais ataques desse tipo."

"Estamos preocupados com esse caso, já que os anexos de PDF tipicamente não são filtrados nos gateways de email."

Uma atualização de segurança para o Acrobat Reader, que abre arquivos PDF, foi disponibilizada há alguns dias, mas muitos usuários não fizeram isso até agora, disse Hypponen.

domingo, 28 de outubro de 2007

JOGOS MORTAIS

'Jogos mortais 4' é o filme mais visto na América do Norte

Fonte G1 (Globo.com)

Reuters Cena de Jogos mortais 4/Divulgação

LOS ANGELES - Já que é época de Halloween, os americanos deram o primeiro lugar de bilheteria no final de semana para "Jogos mortais IV" com uma bilheteria de US$ 32,1 milhões. Em segundo lugar ficou a comédia "Dan in real life" com Steve Carell no papel de um viúvo que se apaixona pela mulher do irmão, interpretada por Juliette Binoche.

O campeão da semana passada, o thriller vampiresco "30 days of night" ficou em terceiro lugar com US$ 6,7 milhões (US$ 27,3 milhões acumulados). Em quarto ficou "The Game Plan," com US$ 6.3 milhões, uma comédia da Disney com o ex-lutador Dwayne "the Rock" Johnson, já com US$ 77.1 milhões faturados. Em quinto ficou "Why did I get married" com US$ 6,3 milhões (US$ 47.3 milhões acumulados).

Cena de Jogos mortais 4/DivulgaçãoJogos mortais 4 abriu muito bem para o quarto filme de uma franquia, mesmo tendo faturado US$ 1,5 milhão na abertura em relação ao terceiro episódio. Pesquisas na saída dos cinemas mostram que 89% dos espectadores viram os três filmes anteriores, uma demonstração de fidelidade à séria. E ainda que 68% tinham menos de 25 anos, dentro da média dos longas anteriores.

O filme de maior bilheteria da série foi o segundo, com uma bilheteria de US$ 87 milhões. O terceiro ficou em US$ 80,2 milhões e o primeiro em US$ 55,1 milhões.

O drama criminal de Sidney Lumet "Before the devil knows you're dead," com Philip Seymour Hoffman e Ethan Hawke como irmãos que se dão mal num roubo, faturou US$ 73,500 em apenas dois cinemas de Nova York. O filme será lançado em seis grandes mercados no próximo final de semana.

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SoSuechtig, Burajiru